SOBRE O ANIQUILACIONISMO E A IMORTALIDADE DA ALMA

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AVISO: em 13 de agosto de 2016 disponibilizei um novo PDF para download, com os hiperlinks internos todos ativos. O arquivo anterior não estava com esse recurso, e era necessário copiar e colar os endereços de Internet no navegador. No entanto, descobri recentemente que alguns deles eram “colados” de maneira incompleta e as páginas não abriam (geralmente por ficar faltando algum traço do endereço). Visto que isso podia atrapalhar a conferência da bibliografia utilizada, substituí o documento por um onde basta clicar nos links para abrir as páginas a que eles se referem. E em 13 de setembro de 2017 fiz uma nova substituição do arquivo, pois foi preciso atualizar alguns dos referidos links e corrigir alguns títulos que estavam posicionados em páginas erradas. Além disso, acrescentei abas laterais de conteúdo (bookmarks), que facilitam o acesso às informações. Por isso, caso você tenha baixado uma versão anterior à última data mencionada, recomendo que faça novamente o download do PDF. Por fim, visto que não há planos no momento para uma segunda edição, veja também algumas correções de conteúdo indicadas no link abaixo das erratas.

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Outro livro recomendado: Obras Teológicas e de Referência Apoiam o Aniquilacionismo?

 

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Há cristãos que costumam afirmar que a punição dos maus será o sofrimento eterno num “inferno de fogo”, e chamam de aniquilacionistas os que repudiam tal ensino e não acreditam na imortalidade da alma. Mas o que a Bíblia realmente ensina sobre esse assunto? O homem tem ou não uma alma imortal? Se ele tem, qual a razão de alguns que professam o Cristianismo acharem que não? O objetivo deste livro é apresentar respostas satisfatórias a tais questões e outras relacionadas, dentro de um enfoque diferenciado, que leva também em consideração aspectos históricos, antropológicos e linguísticos. O ponto de partida dessa interessante análise são determinados comentários publicados por um autor que escreve a favor do aniquilacionismo, cuja definição poderá ser melhor compreendida no capítulo 2.

SUMÁRIO

Introdução

Notas prévias importantes

Parte 1 - Analisando os argumentos de um "bereano" e seus "consultores"

CAPÍTULO 1: Martinho Lutero era aniquilacionista?

CAPÍTULO 2: A face oculta do aniquilacionismo

CAPÍTULO 3: Sobre a tradução correta de Hebreus 11:16

CAPÍTULO 4: Uso de traduções para mostrar o que a Bíblia "realmente diz"

CAPÍTULO 5: Apropriação indevida da linguagem bíblica

CAPÍTULO 6: A natureza do Seol

CAPÍTULO 7: Efésios 4:8, 9 e a localização do Hades

CAPÍTULO 8: Os homens não podem matar a alma

CAPÍTULO 9: Sobre a palavra imortalidade

CAPÍTULO 10: Salvar ou destruir uma alma

CAPÍTULO 11: O que Jó falou sobre a morte

CAPÍTULO 12: Condenar os que não creem na imortalidade da alma?

CAPÍTULO 13: A lógica bíblica não percebida

CAPÍTULO 14: As sombras não louvam a Deus

CAPÍTULO 15: Os apóstolos acreditavam em fantasmas?

CAPÍTULO 16: Questões de maior amplitude

Parte 2 - Histórias importantes normalmente ignoradas

CAPÍTULO 17: O conceito dos primeiros cristãos sobre a alma

CAPÍTULO 18: Manuscritos judaicos pré-cristãos

CAPÍTULO 19: Usos da palavra "alma" nas obras gregas da Antiguidade

CAPÍTULO 20: A concepção de alma dos antigos hebreus

CAPÍTULO 21: Mais exemplos da "técnica" em distorcer autores patrísticos

CAPÍTULO 22: O aparecimento de Samuel à necromante foi verídico?

CAPÍTULO 23: Considerações sobre o Jardim do Éden e o fim do mundo

CONCLUSÃO

Apêndices

A1. DAS PROFUNDEZAS DA TERRA TU ME FARÁS SUBIR

A2. TEXTOS BÍBLICOS QUE MENCIONAM ALMAS, ANJOS E ESPÍRITOS

A3. OUTRAS INFORMAÇÃOES BÍBLICAS SOBRE O SEOL

A4. COMENTÁRIOS ADICIONAIS SOBRE MATEUS 10:28

A5. COMENTANDO MAIS PONTOS CRITICADOS PELO AUTOR DO MB

A6. SOBRE O ESFORÇO PARA ENTENDER AS ESCRITURAS SAGRADAS

A7. QUAL É A TRADUÇÃO CORRETA DE LUCAS 23:43?

A8. TEXTOS AMIÚDE MAL APLICADOS PELOS ANIQUILACIONISTAS

LIVROS E TEXTOS CONSULTADOS

CRÉDITOS DAS IMAGENS UTILIZADAS

 


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ERRATAS

Numa eventual segunda edição do livro os erros abaixo identificados serão corrigidos.

1) No capítulo 7 (p. 90), há uma tabela indicando “Filipenses 9:10,11” quando deveria ser “Filipenses 2:9-11”

2) No capítulo 9 (p. 116) e no apêndice A6 (p. 382), eu disse erroneamente que a palavra grega anastasis é usada em Mateus 12:11 para se referir à ressurreição, quando, na verdade, é egeíro. De qualquer modo, isso não atrapalha o argumento apresentado nesses dois trechos, pois ambas as palavras são usadas no Novo Testamento para se referir à ressurreição dos mortos. Veja, por exemplo, João 5:21, 29, onde egeíro e anastasis aparecem respectivamente com esse sentido, indicando que eram termos utilizados de maneira intercambiável (veja também João 11:24 e 12:17). De modo que egeíro ser usado em Mateus 12:11 faz é reforçar o ponto lá explicado, pois uma mesma palavra é utilizada tanto para se referir a uma ovelha que é retirada de uma cova quanto para uma alma que é resgatada do Hades.

3) No capítulo 21 (p. 232) na segunda nota onde se lê: "o cenário mencionado nela, de perseguição e martírio dos cristãos, desapareceu a partir do século III", leia-se "o cenário mencionado nela, de perseguição e martírio dos cristãos, desapareceu a partir do século IV". As perseguições aos cristãos só acabaram definitivamente no império romano em 325 d.C. Em geral, considera-se que elas começaram no ano 64 d.C.

sumário

 

Autor: Adelmo Medeiros.

 

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