MANUSCRITOS JUDAICOS PRÉ-CRISTÃOS

Até meados do primeiro século não existia ainda o que os teólogos chamam de “cânon” das Escrituras Sagradas, termo que se refere à lista de livros religiosos judeus e cristãos que se tornaram o livro que é hoje conhecido pelo nome de Bíblia Sagrada. Os livros que fazem parte dessa lista são considerados inspirados por Deus e de qualidade superior aos demais que foram deixados de fora (note que mesmo o Novo Testamento foi escrito somente por judeus, que aderiram ao Cristianismo). No caso do Novo Testamento foram necessários alguns séculos a mais para que o cânon das Escrituras Gregas fosse definido. Por causa disso, até aquele momento, os cristãos consideravam em sua leitura bíblica aquilo que era narrado também em antigos livros judeus, escritos alguns séculos antes da era cristã e que não entraram na Bíblia. Uma dessas obras foi o livro de Enoque. Compare agora quatro opiniões que mencionam o livro de Enoque associado à carta de Judas, que foi incluída no cânon bíblico (colchetes acrescentados):

“O ambiente do autor [da carta] se manifestou em estreita conexão com os círculos que, a partir do século II a.C., viram a elaboração da literatura apocalíptica e transmitiram obras como o livro de Henoc, a Assunção de Moisés, os Testamentos dos Doze Apóstolos. O autor cita até textualmente uma passagem do livro de Henoc (vv. 14-15)”. – Introdução ao livro de Judas na Bíblia TEB.

“Esta curta epístola [de Judas] encontrava-se, já no século II, segundo o testemunho do cânon Muratoriano…. Não faltou, já então, e mais ainda depois, quem pusesse dúvida ou negasse principalmente sua canonicidade, como atesta S. Jerônimo…. por causa da citação do livro apócrifo de Henoc (vv. 14-15)”. – Introdução à carta de Judas na Bíblia de Matos Soares.

“A epístola [de Judas] foi aceita como canônica pela maioria das Igrejas somente pelo ano 200, talvez em razão do uso que faz dos apócrifos ‘Assunção de Moisés’ e ‘Henoc’ (v. 7.9.14s)”. – Introdução à carta de Judas na Bíblia Vozes.

“Muitos eruditos afirmam que a profecia de Enoque contra os contemporâneos ímpios é citada [na carta de Judas] diretamente do Livro de Enoque. Seria possível que Judas usasse um duvidoso livro apócrifo como sua fonte? As Escrituras não revelam como Judas sabia da profecia de Enoque. Pode simplesmente ter citado uma fonte comum, uma tradição confiável, passada adiante desde a remota antiguidade”. – A Sentinela, 15/09/01, p. 30, publicada pela Torre de Vigia.

Nota-se que a última fonte acima citada nega que o escritor judeu-cristão Judas tenha feito uso do livro de Enoque, contrariando a opinião dos eruditos anteriormente mencionados. Para a Torre de Vigia, o escritor do livro de Enoque teria apenas se servido da mesma fonte antiga utilizada por Judas. Mas será que foi assim mesmo? De qualquer maneira, caso tenha sido assim, há uma consequencia lógica em tal opinião: havia realmente outros escritos (não presentes na Bíblia moderna) que eram usados pelos antigos cristãos como fonte de pesquisa para a escrita do Novo Testamento, fossem o que fossem, pseudepígrafos ou não.

Abaixo está a profecia de Enoque e em seguida a citação na carta de Judas:

“Eis que Ele vem com dezenas de milhares dos Seus santos para executar julgamento sobre os pecadores e destruir o iníquo, e reprovar toda coisa carnal e toda coisa pecaminosa e mundana que foi feita, e cometida contra Ele”. – 1 Enoque 2:1 (*).

“Sim, o sétimo homem na linhagem de Adão, Enoque, profetizou também a respeito deles, dizendo: ‘Eis que Jeová veio com as suas santas miríades, para executar o julgamento contra todos e para declarar todos os ímpios culpados de todas as suas ações ímpias que fizeram de modo ímpio, e de todas as coisas chocantes que os pecadores ímpios falaram contra ele’.”. – Judas 15, 16.

* A tradução do livro de Enoque que foi aqui utilizada é de Elson C. Ferreira, de 2003 (Curitiba, Brasil).

A diferença na linguagem entre o livro e a carta ocorre porque as traduções foram feitas por pessoas diferentes e pelos textos não serem absolutamente iguais nas antigas versões manuscritas atualmente disponíveis. E para saber o motivo da tradução acima de Judas conter o nome "Jeová" ao invés de "Senhor", consulte depois este link, que se refere a um trecho de uma resposta dada a determinado leitor.

Portanto, não há dúvida de que Judas cita exatamente o que está no livro de Enoque. O argumento postulado pela Torre de Vigia, de que uma fonte mais antiga estava disponível a ambos os escritores, é apenas uma teoria, que pode estar certa ou não. Mas se o que importa é meramente uma questão de antiguidade, o livro de Enoque pode ter sido a tal fonte mais antiga, pois data de uns 300 anos antes de Judas (alguns defendem que o livro de Enoque é ainda mais antigo, em mais de mil anos!).

O escritor da Torre de Vigia amplia ainda mais sua crítica desfavorável sobre livro de Enoque. No mesmo artigo supracitado ele diz:

“O Livro de Enoque é…. uma coleção de extravagantes mitos judaicos, nada históricos, evidentemente o produto de elaborações exegéticas referentes à breve referência a Enoque em Gênesis. Só isso já basta para ser rejeitado pelos que amam a Palavra inspirada de Deus”. – A Sentinela, 15/09/01, p. 30, publicada pela Torre de Vigia.

Tais palavras confiantes podem certamente intimidar o leitor (geralmente “Testemunha de Jeová”) e desmotivá-lo de querer ver com os próprios olhos aquilo que há no livro de Enoque. Afinal, o cenário foi posto numa perspectiva tal que se a pessoa não rejeitar o livro de Enoque ‘não ama’ a Palavra de Deus. Sendo assim, o escritor Judas ‘não amava’ a Palavra de Deus, nem outros cristãos antigos que leram Enoque. E os teólogos modernos que não rejeitam completamente o livro de Enoque também ‘não amam’ a Palavra de Deus.

No entanto, existem alguns “pequenos detalhes” que foram omitidos pelo confiante escritor da Torre de Vigia. Muito se engana quem acha que o Novo Testamento não tem mais nada do livro de Enoque além daquela profecia citada por Judas. O livro de Enoque pode não ser inspirado, pode ter sido escrito por alguém que apenas utilizou o nome de Enoque (aliás, segundo consta, até na Bíblia há casos assim), e pode até conter algumas extravagâncias (compare com Números 22:22-35). Mas uma coisa é certa, entre ele e o Novo Testamento há vários pontos em comum, mesmo não sendo citações diretas. Veja a seguir alguns exemplos:

1) Sete estrelas representando sete anjos (1 Enoque 18:14-16):

> Apocalipse 1:20.

2) Lugar terrível onde estão presos os anjos que coabitaram com mulheres na Terra e geraram filhos com elas (1 Enoque 10:15, 16; 21:4-6; 105:13):

> 2 Pedro 2:4 (Tártaro).

3) Lugar de chamas e sofrimento para onde vão anjos rebeldes e pecadores (1 Enoque 21:5; 103:4, 5):

> Lucas 16:23, 24; Apocalipse 21:8.

4) Grande tribulação na Terra, coordenada por anjos, sendo os justos poupados (1 Enoque 99:1, 2):

> Mateus 24:21; Apocalipse 7:14.

5) Anjos rebeldes que desencaminharam a humanidade sendo lançados em um abismo (1 Enoque 21:5):

> Apocalipse 20:1-3.

6) Rolos “de grande sabedoria” que serão dados aos justos, e nesses livros “eles acreditarão” (1 Enoque 104:10,11):

> Apocalipse 20:12

7) Uma árvore que Deus preparou para os justos, cujos frutos proporcionarão uma “longa vida” e nesses dias já “não haverá tristeza, angústia, aborrecimento e nem punição” (1 Enoque 24:9, 10):

> Apocalipse 21:4; 22:1, 2.

Etc.

(A partir daqui os textos bíblicos estarão destacados na cor amarela para diferenciar dos textos apócrifos)

Percebe-se que a maior parte dos pontos em comum estão no livro de Apocalipse. Não é de admirar, então, que a carta de Judas (que menciona o livro de Enoque) tenha sido posta imediatamente antes de tal livro.

Existe ainda um motivo adicional para a Torre de Vigia rechaçar completamente o livro de Enoque. Ele é repleto de relatos que descrevem o que acontece com as pessoas depois que morrem. O livro menciona que um anjo tomou Enoque e saiu com ele pelo universo a mostrar, em visões, coisas que existem nos céus e na Terra, inclusive o Seol e o Abismo. Ao que parece, o livro narra aquilo que foi mencionado apenas brevemente na Bíblia:

“E Enoque andou com o verdadeiro Deus. Depois não era mais, porque Deus o tomou”. – Gênesis 5:24.

“Pela fé Henoc foi trasladado sem ter conhecido a morte e não foi achado porque Deus o arrebatou”. – Hebreus 11:5, Vozes.

Veja abaixo alguns exemplos do que o livro de Enoque menciona sobre o mundo espiritual:

“Onde quer que seus espíritos se apartem de seus corpos; que sua carne, que é perecível, esteja sem julgamento”. – 1 Enoque 16:1.

Isto faz lembrar o que disseram os apóstolos Pedro e Paulo (no que tange à crença no espírito que há no corpo do homem):

“Entregueis tal homem a Satanás, para a destruição da carne, a fim de que o espírito seja salvo no dia do Senhor”. – 1 Coríntios 5:5.

“Para que fossem julgados quanto à carne, do ponto de vista dos homens, mas vivessem quanto ao espírito, do ponto de vista de Deus”. – 1 Pedro 4:6.

“Ai de vós, pecadores, quando morrerdes em vossos pecados.... em honra eles morrem; nunca em sua vida o julgamento os surpreendeu. Mas, não tem sido mostrado a eles que, quando suas almas descerem ao receptáculo dos mortos*, suas más obras se tornarão seu grande tormento? Em escuridão, em armadilha, e em chama, que queimará até o grande julgamento”. – 1 Enoque 103:4, 5. Compare com Lucas 16:22-30.

* O "receptáculo dos mortos" é o que a Bíblia chama de "Seol" ou "Hades", conforme explica o Estudo Perspicaz das Escrituras, publicado pela Torre de Vigia, no volume 3, p. 575.

“Três separações foram feitas entre os espíritos dos mortos, e assim os espíritos dos justos foram separados.... E da mesma maneira os pecadores são separados quando morrem.... Aqui [no receptáculo dos mortos] suas almas estão separadas. Além disso, abundante é seu sofrimento até o tempo do grande julgamento”. – 1 Enoque 22:9, colchetes acrescentados.

Certamente, o conteúdo apresentado nas citações acima entra em conflito com o conceito que as “Testemunhas de Jeová” têm a respeito de alma e espírito, porque aderiram ao pensamento aniquilacionista. Para elas, a alma e o espírito só existem enquanto o ser humano está vivo, sendo a “alma” uma figura de linguagem que se refere sempre à própria pessoa, e espírito o fôlego de vida ou força vital (que também está presente nos animais). Alma e espírito seriam, portanto, apenas termos simbólicos referentes ao estado da vida terrena, não existindo literalmente.

Mais dois exemplos

Oráculos Sibilinos

Ao falar sobre certas pessoas que pecaram na época de Noé, o livro conhecido por Oráculos Sibilinos diz:

“Eles eram poderosos, de grande estatura, mas apesar disso, eles foram para a pavorosa casa do Tártaro, presos por correntes inquebráveis, para retribuir-lhes, a Geena do terrível, altíssimo, eterno fogo.’ (Ora. Sib. I:89-103)”. – Oráculos Sibilinos, traduzidos por John J. Collins, publicado em The Old Testament Pseudepigrapha (1983), Vol. II, de James H. Charlesworth, tradução em português de Kenner Terra.

O Novo Testamento menciona também o “Tártaro”, o “fogo eterno” e a “Geena”:

“Certamente, se Deus não se refreou de punir os anjos que pecaram, mas, lançando-os no Tártaro, entregou-os a covas de profunda escuridão, reservando-os para o julgamento”. – 2 Pedro 2:4.

“E os anjos que não conservaram a sua posição original, mas abandonaram a sua própria moradia correta, ele reservou com laços sempiternos, em profunda escuridão, para o julgamento do grande dia. Assim também Sodoma e Gomorra, e as cidades em volta delas, as quais, da mesma maneira como os precedentes, tendo cometido fornicação de modo excessivo e tendo ido após a carne para uso desnatural, são postas diante de nós como exemplo [de aviso] por sofrerem a punição judicial do fogo eterno”. – Judas 6, 7.

“Então dirá, por sua vez, aos à sua esquerda: ‘Afastai-vos de mim, vós os que tendes sido amaldiçoados, para o fogo eterno, preparado para o Diabo e seus anjos’.”. – Mateus 26:1.

“Melhor te é entrares na vida aleijado, do que ires com as duas mãos para a Geena, para o fogo inextinguível”. – Marcos 9:43.

Quarto Livros dos Macabeus

“Que não haja temor naquele que acha que pode ser morto; pois grande é a provação da alma e perigoso é o tormento eterno que jaz à espera dos que transgridem o mandamento de Deus. Vamos nos armar, mas que seja em abnegação do motivo Divino. Porque se sofrermos [a morte], Abraão, e Isaque, e Jacó nos receberão, e todos os nossos pais nos elogiarão”. – 4 Macabeus 13:14-17.

Publicado em The Old Testament Pseudepigrapha (1983), J. H. Charlesworth, Apêndice, pp. 14, 15.

A seguir, duas narrativas do Novo Testamento que lembram o que foi dito no quarto livro dos Macabeus:

“Também o rico morreu e foi enterrado. E no Hades, ele ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu Abraão de longe, e Lázaro com ele na posição junto ao seio. Por isso chamou e disse: ‘Pai Abraão, tem misericórdia de mim e manda que Lázaro mergulhe a ponta do seu dedo em água e refresque a minha língua, porque eu estou em angústia neste fogo intenso’.”. – Lucas 16:22-24.

“Mas, eu vos digo que muitos virão das regiões orientais e das regiões ocidentais e se recostarão à mesa junto com Abraão, Isaque e Jacó, no reino dos céus”. – Mateus 8:11.

Certa vez, quando estava para ser lançada a obra de onde se extraíram os dois exemplos adicionais aqui citados (Oráculo Sibilinos e 4 Macabeus), a Torre de Vigia publicou o seguinte comentário sobre ela:

“Um grupo internacional de 40 eruditos está preparando agora a publicação, em inglês, de várias obras nunca aceitas como parte da Bíblia. Chamadas de pseudepígrafes (significando “escritos falsos”), incluem livros tais como ‘A Assunção de Moisés’, ‘O Apocalipse de Esdras’ e o ‘Livro dos Jubileus’. Sendo ao todo 47 obras, estes livros supostamente foram escritos entre 200 A.E.C. e 200 E.C…. Segundo a revista Newsweek, o diretor do projeto, Prof. James H. Charlesworth, da Universidade Duke, acredita que, quando terminar este empreendimento de dez anos, em 1980, ‘o público terá um entendimento dramaticamente novo das origens do cristianismo no judaísmo’…. Tudo isso talvez pareça bastante intrigante. Mas, o verdadeiro cristianismo não foi um desenvolvimento normal do pensamento religioso judaico”. – A Sentinela, 01/05/78, p. 7.

Novamente, a Torre de Vigia lança em descrédito os manuscritos extra-bíblicos supracitados e insinua que o Cristianismo primitivo nada tinha a ver com o contexto histórico no qual estava inserido. E, por conseguinte, despreza o valor do empreendimento liderado por Charlesworth.

Lista de livros religiosos existentes no primeiro século

Apenas para dar uma ideia sobre quais livros estavam disponíveis na época dos primeiros cristãos (quando a Bíblia ainda não existia), veja a lista a seguir. Não foram incluídos os livros considerados canônicos e deuterocanônicos* que formam atualmente o Antigo Testamento.

* Os livros deuterocanônicos estão presentes apenas nas Bíblias católicas, sendo um deles o livro da Sabedoria de Salomão. O termo “deuterocanônicos” se refere aos livros que não foram incluídos na Bíblia pelos primeiros concílios da Igreja, porém em um concílio posterior acabaram sendo acreditados como canônicos. Os livros que hoje são considerados inspirados por Deus nas Bíblias protestantes foi decidido por proeminentes líderes judaicos e católicos dos tempos antigos.

ANTIGO TESTAMENTO (INCLUINDO A HAGADÁ PRÉ-TALMÚDICA)

1. Apocalipse de Adão
2. Apocalipse de Baruc
3. Apocalipse de Moisés
4. Apocalipse de Sidrac
5. As Três Estelas de Seth
6. Ascensão de Isaías
7. Assunção de Moisés
8. Caverna dos Tesouros
9. Epístola de Aristéas
10. Livro dos Jubileus
11. Martírio de Isaías
12. Oráculos Sibilinos
13. Prece de Manassés
14. Primeiro Livro de Adão e Eva
15. Primeiro Livro de Enoque
16. Primeiro Livro de Esdras
17. Quarto Livro dos Macabeus
18. Revelação de Esdras
19. Salmo 151
20. Salmos de Salomão (ou Odes de Salomão)
21. Segundo Livro de Adão e Eva
22. Segundo Livro de Enoque (ou Livro dos Segredos de Enoque)
23. Segundo Livro de Esdras (ou Quarto Livro de Esdras)
24. Segundo Tratado do Grande Seth
25. Terceiro Livro dos Macabeus
26. Testamento de Abraão
27. Testamento dos Doze Patriarcas
28. Vida de Adão e Eva

ESCRITOS DE QUMRAN

1. A Nova Jerusalém (5Q15)
2. A Sedutora (4Q184)
3. Antologia Messiânica (4Q175)
4. Bênção de Jacó (4QPBl)
5. Bênçãos (1QSb)
6. Cânticos do Sábio (4Q510-4Q511)
7. Cânticos para o Holocausto do Sábado (4Q400-4Q407/11Q5-11Q6)
8. Comentários sobre a Lei (4Q159/4Q513-4Q514)
9. Comentários sobre Habacuc (1QpHab)
10. Comentários sobre Isaías (4Q161-4Q164)
11. Comentários sobre Miquéias (1Q14)
12. Comentários sobre Naum (4Q169)
13. Comentários sobre Oséias (4Q166-4Q167)
14. Comentários sobre Salmos (4Q171/4Q173)
15. Consolações (4Q176)
16. Eras da Criação (4Q180)
17. Escritos do Pseudo-Daniel (4QpsDan/4Q246)
18. Exortação para Busca da Sabedoria (4Q185)
19. Gênese Apócrifo (1QapGen)
20. Hinos de Ação de Graças (1QH)
21. Horóscopos (4Q186/4QMessAr)
22. Lamentações (4Q179/4Q501)
23. Maldições de Satanás e seus Partidários (4Q286-4Q287/4Q280-4Q282)
24. Melquisedec, o Príncipe Celeste (11QMelq)
25. O Triunfo da Retidão (1Q27)
26. Oração Litúrgica (1Q34/1Q34bis)
27. Orações Diárias (4Q503)
28. Orações para as Festividades (4Q507-4Q509)
29. Os Iníqüos e os Santos (4Q181)
30. Os Últimos Dias (4Q174)
31. Palavras das Luzes Celestes (4Q504)
32. Palavras de Moisés (1Q22)
33. Pergaminho de Cobre (3Q15)
34. Pergaminho do Templo (11QT)
35. Prece de Nabonidus (4QprNab)
36. Preceito da Guerra (1QM/4QM)
37. Preceito de Damasco (CD)
38. Preceito do Messianismo (1QSa)
39. Regra da Comunidade (1QS)
40. Rito de Purificação (4Q512)
41. Salmos Apócrifos (11QPsa)
42. Samuel Apócrifo (4Q160)
43. Testamento de Amran (4QAm)

OUTROS ESCRITOS

1. História do Sábio Ahicar
2. Livro do Pseudo-Filon

Fonte da lista: Carlos Martins Nabeto (1998) e Universidade da Pensilvânia (1895).

 

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